"Diga-me Senhor Diabrete
Porque se ri?"
Sempre que O olho ri-se!
Sentado ao lado do coração que me domina
Ele ri-se.
Ri-se porque me conhece.
Saturday, April 3, 2010
Thursday, March 19, 2009
Dilema de Louis

Eis o Dilema de Louis...
Matar uma vítima, saciar a sede e perder a única réstia de humanidade que ainda tem em si...ou alimentar-se de ratos a eternidade sem conhecer o que é saciar a sua sede.
A primeira opção leva Louis a chorar na campa da vitima....a segunda opção é um Louis infeliz, insatisfeito e incompleto.
Perdoa-me por chorar na tua campa...Mas viver é escolher...
Friday, March 13, 2009
Síndroma de Joker

O Síndroma de Joker é uma doença mental, cujo principal sintoma é a vontade ávida com que o indivíduo afectado fica de rasgar sorrisos nas caras das pessoas.
Esta doença deriva de uma situação social, em que a pessoa vítima do Síndroma de Joker sente que merece mais sorrisos do que aqueles que recebe, e começa a conceber uma fantasia interior de que o Mundo seria melhor se todos sorrissem. Em busca deste ideal quixotesco, o indivíduo começa a imaginar como seria pegar num objecto cortante e ir rasgando sorrisos à sua volta, enquanto repete mentalmente a frase: "Porque é que estás tão sério? Vamos lá meter um sorriso nessa cara!".
O Síndroma de Joker enquadra-se nas patologias mentais, na medida em que o indivíduo afectado só quer ver as pessoas felizes, impedindo-o a sua fantasia interior de escolher quais os melhores meios. O indivíduo encontra portanto, a sua capacidade de discernimento afectada pela sua obsessão pela demonstração da felicidade alheia. Logo, se não há capacidade de distinção entre o Bem e o Mal, pois o indivíduo pensa que está a agir para bem dos outros, também não há responsabilidade nem culpabilização em relação ao mesmo.
O Síndrome de Joker afecta toda a população simpática e lúcida, independentemente da idade ou sexo. A única maneira de combater esta patologia é sorrindo de volta às pessoas com as quais convivemos. Se todos sorrirem evita-se que alguns queiram rasgar sorrisos nas caras dos outros!
"Why are you so serious? Let's put a smile on that face!"
Crime e Castigo
Tuesday, January 13, 2009
You are the weakest link. Bye Bye!
Então adeus, amigo...
As doenças da Humanidade corromperam-te
Infiltraram-se na tua mente
Alojaram-se nas entranhas da sapiência
E contaminaram-te o espírito.
A tua visão é agora turva.
Tu! Que nunca te renderias!
Tu! Que nunca nos abandonarias!
Tu! Que nunca nos trairias!
TU! FOSTE O PRIMEIRO A FAZÊ-LO!!!
Os teus gritos são agora inúteis.
Eu sei que temes que a estupidez te venha a dar dores...
"Quanto mais nos aproximamos dos nossos inimigos, menos vivemos sem eles..."
As doenças da Humanidade corromperam-te
Infiltraram-se na tua mente
Alojaram-se nas entranhas da sapiência
E contaminaram-te o espírito.
A tua visão é agora turva.
Tu! Que nunca te renderias!
Tu! Que nunca nos abandonarias!
Tu! Que nunca nos trairias!
TU! FOSTE O PRIMEIRO A FAZÊ-LO!!!
Os teus gritos são agora inúteis.
Eu sei que temes que a estupidez te venha a dar dores...
"Quanto mais nos aproximamos dos nossos inimigos, menos vivemos sem eles..."
Monday, December 8, 2008
Cavalheiro em palco
Cavalheiro em palco
E eu presa pelas asas
A olhar para cima
A decifrar uma maneira de voar
Acorrentada à Moral
Ignorei o cavalheiro em palco
Mas depressa pensei bem alto
Nunca desistir com pressa tal
E com a minha vontade a ganhar
Eu pensei de mim para mim
"Lá vou eu caçar o jantar...
Nunca vi oblíquo assim!"
"Aos cavalheiros da linha da frente (...)"
E eu presa pelas asas
A olhar para cima
A decifrar uma maneira de voar
Acorrentada à Moral
Ignorei o cavalheiro em palco
Mas depressa pensei bem alto
Nunca desistir com pressa tal
E com a minha vontade a ganhar
Eu pensei de mim para mim
"Lá vou eu caçar o jantar...
Nunca vi oblíquo assim!"
"Aos cavalheiros da linha da frente (...)"
Friday, December 5, 2008
Sou de ningúem
Percorro a via errada
Como se tivesse sido obrigada
A desviar o meu caminho
Pois a estrada que pretendia
Foi amavelmente cortada
Por outro alguém que não eu
Vivo num estado onírico
Não estou bem, nem estou mal
Não estou coisa nenhuma
Porque sou de ninguém
Orgulho-me de ser só minha
Neste egoísmo niilista em que mergulhei
Onde saber nadar não adianta
Pois ninguém me ensinou a contrariar o Destino
Por ser a besta de ninguém
Acabarei sozinha
Sozinha e livre
Com aquela liberdade que a nada sabe
E que no entanto é gozada
Porque é minha e não a partilho
Sou de ninguém
Soa quase como uma sentença
Ninguém me possui
E eu! Que sempre fui propriedade privada de outrém...
...vejo-me agora livre
Sou de ninguém
E tenho sequelas
Aquelas que não me permitem amar
Sou de ninguém
Porque já ninguém me prende
Os corações alheios
Finam em mim
Porque eu... eu sou de ninguém
Nasci selvagem...
Como se tivesse sido obrigada
A desviar o meu caminho
Pois a estrada que pretendia
Foi amavelmente cortada
Por outro alguém que não eu
Vivo num estado onírico
Não estou bem, nem estou mal
Não estou coisa nenhuma
Porque sou de ninguém
Orgulho-me de ser só minha
Neste egoísmo niilista em que mergulhei
Onde saber nadar não adianta
Pois ninguém me ensinou a contrariar o Destino
Por ser a besta de ninguém
Acabarei sozinha
Sozinha e livre
Com aquela liberdade que a nada sabe
E que no entanto é gozada
Porque é minha e não a partilho
Sou de ninguém
Soa quase como uma sentença
Ninguém me possui
E eu! Que sempre fui propriedade privada de outrém...
...vejo-me agora livre
Sou de ninguém
E tenho sequelas
Aquelas que não me permitem amar
Sou de ninguém
Porque já ninguém me prende
Os corações alheios
Finam em mim
Porque eu... eu sou de ninguém
Nasci selvagem...
Subscribe to:
Posts (Atom)

